A morte subiu ao palco com a força da multidão
Desprezada, iludida, maltratada era mera ilusão
Os feitos de grandes homens desta forte nação
Encarregues de iludir o povo que luta pelo pão
Exibem a guerra de corrente
Feita de sangue avinagrado
Das veias secas de um rio pungente
Onde navega o homem condenado
No palco onde dançam bailarinas da desordem
Empolgam-se outros conscientes da verdade
Sussurram baixinho a medo que acordem
Os sempre adormecidos,os filhos da Liberdade.
manesflama (jose neves)
quarta-feira, 7 de abril de 2010
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