la na minha aldeia,desculpem ,eu tenho uma aldeia
acho que tenho pois eu nasci la !
dizem os mais antigos que quando uma cigarra canta
alguem ,morre ?
que triste .
penso que quando alguem canta e pesso desculpa a cigarra , algo de mau nao pode acontecer .
rasgo a minha ligacao
canto uma cancao ,corro sem destino
vejo o sol a descer de dentro de as nuvens que rasgam de branco o azul calmo do sol.
algo se encanta em mim
de so a cigarra canta .
sábado, 4 de junho de 2005
domingo, 1 de maio de 2005
como se fosses tu
como se fosses tu !
sol de mil estrelas
alimento suave
da face suada
da alma acabada
consomes o meu ser
destrois os meus sonhos
fico aterrado
acabado
conquistado
o sangue meu ja nao e
do sal da terra purificado
os tons brancos da vida
o suar de um cavalo
como se fosses tu!
sol de mil estrelas
alimento suave
da face suada
da alma acabada
consomes o meu ser
destrois os meus sonhos
fico aterrado
acabado
conquistado
o sangue meu ja nao e
do sal da terra purificado
os tons brancos da vida
o suar de um cavalo
como se fosses tu!
la no jardim
olho e nao vejo
sinto e nao percebo
acendo um cigarro
sonho com o beijo
que tive conquistado
batalha perdida
olho e nao vejo
conquistado o cigarro
que dentro do carro
acendo o sonho
conquistado o beijo
que tive e nao sinto
olho e nao vejo
sinto e nao percebo
acendo um cigarro
sonho com o beijo
que tive conquistado
batalha perdida
olho e nao vejo
conquistado o cigarro
que dentro do carro
acendo o sonho
conquistado o beijo
que tive e nao sinto
olho e nao vejo
terça-feira, 23 de novembro de 2004
desafio
este e o desfio que lanco hoje todos os meus leitores devem enviar uma receita nao importa de que
este e um desafio
este e um desafio
corro corro sem parar
corro corro sem parar!
cavalo a solta carro perdido
livre sem medo lacerado
agua que desliza no caminho sao!
pedra que se afasta com venia
e deixa passar o perfume volatil da morte.
petalas de flor de lotus carmim e seda
luar incendiado fervor de mil sois !
serpente atordoada que morde e morde e morde ...
quadro pintado sem amor de tres dimensoes
chicote nas costas do escravo, o navio chegou !
e a barca la vai .
corro corro sem parar.
cavalo a solta carro perdido
livre sem medo lacerado
agua que desliza no caminho sao!
pedra que se afasta com venia
e deixa passar o perfume volatil da morte.
petalas de flor de lotus carmim e seda
luar incendiado fervor de mil sois !
serpente atordoada que morde e morde e morde ...
quadro pintado sem amor de tres dimensoes
chicote nas costas do escravo, o navio chegou !
e a barca la vai .
corro corro sem parar.
domingo, 21 de novembro de 2004
sexta-feira, 19 de novembro de 2004
as desgracas de um outono mal acabado!
as cozinhas em si sao espacos de convivencia extrema .
este e um facto que ja ninguem discute ,serio ou nao .
as estacoes do ano ja nao trazem desvaneios ate porque a globalisacao esta ate a atingir as estacoes do ano .
o inverno sucede naturalmente o outono, mais rigoroso na sua declaracao de frio , chuva , neve e outros confortos proprios desta estacao , a sussecao na cozinha e identica o que todos tememos e um outono mal acabado ou um verao muito quente a natural sucessao deixa de ser natural dadas as condicionantes do susessor e do sussedido farssa ancestral que derruba montes e faz estragos .
o medo paira no ar e este nao se pode confiar e somente ar!
este e um facto que ja ninguem discute ,serio ou nao .
as estacoes do ano ja nao trazem desvaneios ate porque a globalisacao esta ate a atingir as estacoes do ano .
o inverno sucede naturalmente o outono, mais rigoroso na sua declaracao de frio , chuva , neve e outros confortos proprios desta estacao , a sussecao na cozinha e identica o que todos tememos e um outono mal acabado ou um verao muito quente a natural sucessao deixa de ser natural dadas as condicionantes do susessor e do sussedido farssa ancestral que derruba montes e faz estragos .
o medo paira no ar e este nao se pode confiar e somente ar!
quarta-feira, 17 de novembro de 2004
o medo e o seu reflexo o espelho que a agua e disfigurando as imgens dando-lhe outras linhas de contorno
sentado num banco de madeira daqueles que precorrem a rua fazendo de si a sua mobilia intervalados pelos esguios postes de candeieiro,iluminando a rua com a palida luz caracteristica das cidades mais cosmopolitas.
nao! nao e o caso esta ate e uma aldeia de interior mas por propria vaidade vai copiando as malfadadas cidades .
esperava e olhava em volta e de subito senti-me invadido de um estranho olhar nao o captara mas ele sim e ali fiquei sentado num banco de madeira daqueles que precorrem a rua fazendo de si a sua mobilia intervalados pelos esguios postes de candeieiro.
nao! nao e o caso esta ate e uma aldeia de interior mas por propria vaidade vai copiando as malfadadas cidades .
esperava e olhava em volta e de subito senti-me invadido de um estranho olhar nao o captara mas ele sim e ali fiquei sentado num banco de madeira daqueles que precorrem a rua fazendo de si a sua mobilia intervalados pelos esguios postes de candeieiro.
o medo e o seu reflexo o espelho que a agua e disfigurando as imgens dando-lhe outras linhas de contorno
sentado num banco de madeira daqueles que precorrem a rua fazendo de si a sua mobilia intervalados pelos esguios postes de candeieiro,iluminando a rua com a palida luz caracteristica das cidades mais cosmopolitas.
nao! nao e o caso esta ate e uma aldeia de interior mas por propria vaidade vai copiando as malfadadas cidades .
esperava e olhava em volta e de subito senti-me invadido de um estranho olhar nao o captara mas ele sim e ali fiquei sentado num banco de madeira daqueles que precorrem a rua fazendo de si a sua mobilia intervalados pelos esguios postes de candeieiro.
nao! nao e o caso esta ate e uma aldeia de interior mas por propria vaidade vai copiando as malfadadas cidades .
esperava e olhava em volta e de subito senti-me invadido de um estranho olhar nao o captara mas ele sim e ali fiquei sentado num banco de madeira daqueles que precorrem a rua fazendo de si a sua mobilia intervalados pelos esguios postes de candeieiro.
quarta-feira, 10 de novembro de 2004
o nascimento de uma atmosfera diferente
10 de novembro de 2004 depois de criado o espaco a demanda seguinte sera o descanso.
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